As rádios emitem em várias frequências. Estes episódios, contudo, situam-se numa frequência diferente, não uma de rádio, mas de radio. Como em Radioterapia. Episódios de um tratamento oncológico (à suivre)
Terça-feira, 07 de Fevereiro de 2012

O número de mortes por cancro não pára de aumentar em Portugal e em 2010 quase 25 mil portugueses morreram vítimas de um tumor maligno, segundo dados do Instituto Nacional de Estatística (INE), avança a agência Lusa.

Na véspera da comemoração do Dia Mundial de Luta Contra o Cancro, que se assinala sábado, o presidente do Colégio da Especialidade de Oncologia da Ordem dos Médicos, Jorge Espírito Santo, lança um alerta: em Portugal, “a doença oncológica é o parente pobre” da saúde.

“A doença oncológica tem aumentado em termos de incidência, de exigência, de peso assistencial. Tem aumentado em termos de recursos necessários, de complexidade da decisão terapêutica e daquilo que se faz aos doentes”, disse à Lusa o especialista.

Em Portugal, a doença faz cada vez mais mortos. De acordo com dados do INE, nos últimos cinco anos registou-se um aumento de 12% de mortes por cancro.

Apesar do aumento de mortes, Jorge Espírito Santo sublinha que a taxa de sobrevivência à doença é cada vez maior: “Há cada vez mais mortes em termos absolutos, mas a taxa de mortalidade da maioria dos tumores tem estado a diminuir”.

 

Artigo completo no Portal de Oncologia Português (03/02/2012), sublinhados meus.

publicado por Silvina às 23:09

Eu vi esta notícia, mas dúvido que este não seja um crescimento a nível mundial. Pode induzir em erro e levar os portugueses a pensar que nos outros países não se passa exactamente a mesma coisa...
Ana C a 10 de Fevereiro de 2012 às 14:52

Pelo menos nos EUA passa-se o mesmo... Apesar de algumas novas terapias promissoras, se há cada vez mais casos diagnosticados a mortalidade também aumenta. Porque muitas vezes não são diagnosticados a tempo (como foi o meu caso...), ou porque a prevenção não funciona realmente. O cancro é uma verdadeira epidemia, e noticias destas são importantes não para roubar a esperança aos doentes, mas sim para (talvez) alertar aqueles que ainda não estão doentes, para que façam mudanças no estilo de vida, para que tenham atenção à alimentação, etc., etc. O caso de Portugal preocupa-me, porque com os cortes no Sistema Nacional de Saúde cada vez há menos abertura (€) para fazer exames de rotina, para consultar o médico (dermatologista, por ex) se nos aparece um sinal suspeito.
Dito isto, percebo o teu ponto de vista do risco de falso-alarmismo...
Um beijinho*
Silvina a 10 de Fevereiro de 2012 às 22:45



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