Tenho andado caladinha caladinha, com medo de te perguntar a que se devia tanto silêncio... Custa-me (nos, a nós que ficamos deste lado) processar notícias assim, porque gosto (gostamos!) muito de ti. Mas, ao mesmo tempo que lemos as notícias, sentimos também a tua coragem, a força de que deves precisar (para continuares sozinha e para aceitares a ajuda dos outros), a tua dedicação a nós, que te lemos deste lado e que gostávamos de estar aí...
E chego sempre à mesma conclusão: tens passado por demasiado, mas mostras-te sempre à altura. Muito maior do que o 1,62m, muito maior do que nós!
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Ana a 8 de Março de 2013 às 12:42

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