Silvinita,

Não entendo o que me faz vir aqui tão pouco, se, sempre que venho, me delicio com o teu sentido de humor.
Por um lado, o sentimento de que te devo um retorno relativamente à tua confiança em mim (tenho pensado, pensado...) talvez me ande a impedir de vir aqui espreitar-te, mas isso é uma cobardia e não quero mais andar nesse caminho. Quando o retorno me vier claramente (ou melhor, , sem dor) à mente, ele vai chegar-te certamente.
Vou, portanto, continuar a minha visita ao teu estaminé.
Fiquei contente por saber que o teu Natal possível foi bom e que há quem te mime com massagens.
O meu Natal também foi bom e também foi o possível. Pela primeira vez, apenas a família nuclear (os seis, sem avós nem tios nem primos nem cunhados...) e, pela primeira vez, partilhado com duas vizinhas - mãe e filha de 15 anos - que iriam consoar sozinhas.

Beijocas larocas
Margarida Faro a 28 de Dezembro de 2011 às 23:59

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